Juciane Vareiro Ales, 32 anos, professora, formada pela UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso), Licenciada em Letras, atualmente lecionando na Escola Estadual Deputado Dormevil Faria, entre os dias 25/05/2009 e 15/06/2009, realizei as seguintes atividades na disciplina de Língua Portuguesa com os alunos do 8º ano, turma C, período matutino, de acordo com o material fornecido pelo curso oferecido pelo CEFAPRO.
Após as definições (nomenclaturas) sobre gêneros textuais, realizei a primeira atividade referente a este assunto, onde os alunos deveriam redigir um dicionário com gírias utilizadas pelos jovens, o trabalho foi intitulado “Dicionário dos Jovens”. Os resultados que obtive foram satisfatórios, embora tenha observado que os alunos não possuíam um número expressivo de conhecimento sobre gírias. Relacionei esse fato a classe social que meus alunos pertencem, em média são alunos da classe média alta. Outro fato que foi possível observar foi que os alunos relacionaram gíria (linguagem oral) com a forma escrita comumente utilizada em msn ou orkuts. Por exemplo, uma de minhas alunas escreveu “BLZ”, justificando que a palavra “beleza” era uma gíria que ela utilizava, porém escrita apenas com B-L-Z. A forma como explicaram cada gíria também, denotou certa falta de coerência e facilidade para expressar o conhecimento que detinham sobre as palavras relacionadas. Em anexo estão relacionadas algumas produções sobre esta atividade.
A segunda atividade com esta mesma turma, é referente aos textos “A Cigarra e as Formigas – A Formiga Má” página 37, TP3 e “Lavadeiras de Moçoró”, página 59, TP3. Os textos foram utilizados para leitura, discussão e interpretação. No texto “Lavadeiras de Moçoró” foi possível observar a forma como o processo de descrição funciona no texto. Nesta mesma aula, foi realizada a leitura do conto “Barril de Amontillado” de Edgar Allan Poe, para que os alunos observassem a técnica utilizada por esse escritor. Observei também que os alunos gostaram dos textos, embora já conhecessem o texto sobre cigarra e a formiga.
Já na terceira atividade, foi realizada a leitura de 03 (três) piadas em sala “Loira”, “Advogado ao Telefone” e “Receita Cazêra Minera Moi de Repôi nu Ài Iói”, (segue em anexo), onde os alunos observaram a linguagem utilizada e depois de socializarmos os assuntos em sala, foram estimulados a realizar uma releitura da “”Receita Mineira” de forma lúdica. Os resultados que obtive foram interessantes, porém observei que eles se detinham muito a forma convencional da estrutura de uma receita sem conseguir reescrever as receita de forma a dar-lhes um cunho divertido; alguns alunos, inclusive, acabaram por entender que deveriam escrever na íntegra uma receita e a proposta não era essa. Estão acostumados a tentar atingir um resultado convencional, mesmo quando isso não é exigido deles.
A quarta atividade realizada foi referente ao gênero Editorial e Crônica, (15/06/2009), os alunos levaram revistas e jornais para dentro da sala. Foram feitas leituras sobre o Editorial da revista Veja e a coluna do escritor Millôr Fernandes, onde os alunos consideraram a forma um tanto confusa; com algumas explicações e conversas, notei que a falta de entendimento por parte dos alunos restringia-se ao fato de não conseguirem relacionar alguns elementos ali relacionados com outros elementos externos, a leitura que eles fizeram foi superficial e não se estendia à outros elementos. Millôr Fernandes, em um dos seus textos faz uma referência a falta de cultura dos políticos brasileiros e sua falta de conhecimento sobre a nossa gramática e menciona que os senadores com certeza acabaram com a “regência com a Proclamação da República”. Encontrei certa dificuldade para explicar à eles sobre a “regência” que temos dentro da gramática e a “Regência”, período em que tínhamos um príncipe regente no Brasil. Eles não conseguiram associar o fato histórico e a nossa gramática.
Após as definições (nomenclaturas) sobre gêneros textuais, realizei a primeira atividade referente a este assunto, onde os alunos deveriam redigir um dicionário com gírias utilizadas pelos jovens, o trabalho foi intitulado “Dicionário dos Jovens”. Os resultados que obtive foram satisfatórios, embora tenha observado que os alunos não possuíam um número expressivo de conhecimento sobre gírias. Relacionei esse fato a classe social que meus alunos pertencem, em média são alunos da classe média alta. Outro fato que foi possível observar foi que os alunos relacionaram gíria (linguagem oral) com a forma escrita comumente utilizada em msn ou orkuts. Por exemplo, uma de minhas alunas escreveu “BLZ”, justificando que a palavra “beleza” era uma gíria que ela utilizava, porém escrita apenas com B-L-Z. A forma como explicaram cada gíria também, denotou certa falta de coerência e facilidade para expressar o conhecimento que detinham sobre as palavras relacionadas. Em anexo estão relacionadas algumas produções sobre esta atividade.
A segunda atividade com esta mesma turma, é referente aos textos “A Cigarra e as Formigas – A Formiga Má” página 37, TP3 e “Lavadeiras de Moçoró”, página 59, TP3. Os textos foram utilizados para leitura, discussão e interpretação. No texto “Lavadeiras de Moçoró” foi possível observar a forma como o processo de descrição funciona no texto. Nesta mesma aula, foi realizada a leitura do conto “Barril de Amontillado” de Edgar Allan Poe, para que os alunos observassem a técnica utilizada por esse escritor. Observei também que os alunos gostaram dos textos, embora já conhecessem o texto sobre cigarra e a formiga.
Já na terceira atividade, foi realizada a leitura de 03 (três) piadas em sala “Loira”, “Advogado ao Telefone” e “Receita Cazêra Minera Moi de Repôi nu Ài Iói”, (segue em anexo), onde os alunos observaram a linguagem utilizada e depois de socializarmos os assuntos em sala, foram estimulados a realizar uma releitura da “”Receita Mineira” de forma lúdica. Os resultados que obtive foram interessantes, porém observei que eles se detinham muito a forma convencional da estrutura de uma receita sem conseguir reescrever as receita de forma a dar-lhes um cunho divertido; alguns alunos, inclusive, acabaram por entender que deveriam escrever na íntegra uma receita e a proposta não era essa. Estão acostumados a tentar atingir um resultado convencional, mesmo quando isso não é exigido deles.
A quarta atividade realizada foi referente ao gênero Editorial e Crônica, (15/06/2009), os alunos levaram revistas e jornais para dentro da sala. Foram feitas leituras sobre o Editorial da revista Veja e a coluna do escritor Millôr Fernandes, onde os alunos consideraram a forma um tanto confusa; com algumas explicações e conversas, notei que a falta de entendimento por parte dos alunos restringia-se ao fato de não conseguirem relacionar alguns elementos ali relacionados com outros elementos externos, a leitura que eles fizeram foi superficial e não se estendia à outros elementos. Millôr Fernandes, em um dos seus textos faz uma referência a falta de cultura dos políticos brasileiros e sua falta de conhecimento sobre a nossa gramática e menciona que os senadores com certeza acabaram com a “regência com a Proclamação da República”. Encontrei certa dificuldade para explicar à eles sobre a “regência” que temos dentro da gramática e a “Regência”, período em que tínhamos um príncipe regente no Brasil. Eles não conseguiram associar o fato histórico e a nossa gramática.

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